VALIDAÇÃO – PARTE II

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ALGUNS HÁBITOS QUE MATAM A CRIATIVIDADE

“The brain is a wonderful organ. It starts the moment you get up and doesn’t stop until you get into the office.” — Robert Frost

Ontem de noite, pelo SKYPE, tive uma conversa interessante com um amigo fotógrafo sediado em Vancouver e que há mais de 10 anos foi meu colega de curso no “New York Institute of Photography”. Nós não nos falávamos há pelo menos 5 anos e aproveitamos para relembrar algumas coisas que aprendemos naquela semana de curso em Nova Iorque. O fruto desta conversa vocês pode ler abaixo:

Não é verdade que apenas as pessoas inteligentes sejam, também, criativas. Pesquisas científicas mostram que, a partir do QI 120, inteligência e criatividade deixam de andar juntas.Isso quer dizer que, mesmo que você não seja muito esperto, ainda tem potencial para ser uma pessoa criativa.

O problema é que muitas pessoas sabotam os caminhos criativos de seus cérebros criando – ou aceitando que lhe imponham – hábitos pouco favoráveis à critividade. E neste post eu vou tentar analisar alguns deste hábitos:

1) CRIAR E AVALIAR AO MESMO O TEMPO: É um grande erro tentar usar dois tipos de pensamentos ao mesmo tempo, pois você acaba criando freios que não te permitem evoluir em nenhum pensamento. Tecnicamente, CRIAR significa gerar novas idéias, visualizando, olhando para frente, considerando as possibilidades sem pré-conceitos enquanto AVALIAR significa analisar e julgar, escolher idéias e classificá-las como boas ou ruins, úteis ou inúteis. É muito mais criativa aquela pessoa que primeiro deixa o cérebro criar as idéias e formatá-las, para só depois começar a avaliação.

2) A SÍNDROME DOS PERITOS: Algumas das idéias mais bem sucedidas do mundo partiram de alguém que não acreditou quando os “gurus” afirmaram que aquilo seria impossível. E isso acontece porque sempre há algo a que os “gurus” não têm acesso nas novas idéias. É sábio ouvirmos aquilo que os peritos em determinada área ensinam, mas é imprudente deixar de questionar os limites de tais ensinamentos. Jamais abandone suas idéias apenas porque um perito lhe disse que as mesmas não irão funcionar. Acredite mais em você do que nos peritos.

3) O MEDO DO FRACASSO: As pessoas criativas sempre afirmam que, para aumentar o seu índice de acertos, você precisa cometer mais erros. Ou seja, quanto mais você se arriscar, com mais frequência você atingirá o sucesso – a questão é você ter a segurança de que os seus acertos geniais compensarão com folga os erros idiotas cometidos pelo caminho. E mais um detalhe: Em termos de criatividade sucesso e fracasso são resultados que dependem apenas das metas que você estabeleceu. Por isso cuidado para não se sabotar estabelecendo metas inatingíveis. Aquilo que você adjetiva como fracasso, pode ser um tremendo sucesso sob o ponto de vista de outra pessoa.

4) MEDO DO CAOS: Pode parecer estranho, mas uma quantidade razoável de coisas funciona contrariando todas as regras e expectativas. Na medicina, por exemplo, os médicos têm uma frase célebre que diz o seguinte: “A clínica é soberana”. Isso quer dizer que é bastante comum um paciente com exames que dizem estar ele quase morto, receber alta médica e seguir a vida de forma natural. Muitas vezes as pessoas abortam idéias interessantes simplesmente porque acham que elas não funcionariam por lhes faltar coerência e organização. Há, no mundo, coisas que nós nunca entenderemos e problemas que jamais serão resolvidos. Aceitar isso, liberta nossa capacidade criativa.

5) FALTA DE AUTOCONFIANÇA: Um certo nível de incerteza acompanha cada ato criativo – e uma dose de auto-dúvida é saudável até por questões de sobrevivência. Mas nós devemos sempre ter confiança em nossas habilidades (que já possuímos ou que oremos adquirir “on demand”) para criar e executar as soluções para os problemas propostos. Quando você aceita e enetende que as idéias criativas, num primeiros momento, parecem malucas e que o fracasso não é o fim do mundo, mas apenas uma experiência de aprendizagem, você está no seu caminho para se tornar mais confiante e mais criativo, pois nada é impossível. Em vez de dividir o mundo entre o possível e o impossível, tente dividi-lo em o que você tentou e aquilo que você ainda não tentou. Há um milhão de caminhos para o sucesso.

6) O DESÂNIMO DAS OUTRAS PESSOAS: Mesmo que você tenha uma mente bem aberta e a capacidade de ver o que é possível e executar, a maioria das pessoas em torno de você não vai ter a mesma capacidade. Eles vão te dizer de várias maneiras, muitas vezes sutis, para você se conformar, ser sensato, e não balançar o barco. Por favor, ignore solenemente estas pessoas. O caminho para cada vitória é pavimentado com as previsões de fracasso. E quando você tiver uma grande vitória em seu currículo, todos os seus opositores fecharão a boca e passarão a vê-lo por aquilo que você é – uma força criativa.

7) O EXCESSO DE INFORMAÇÕES: Os especialistas chamam de “paralisia da análise” aquela condição de passar tanto tempo pensando em um problema e enchendo o cérebro com tanta informação que você perde a capacidade de agir. Há quem diga que a informação é para o cérebro o que é alimento para o corpo. É verdade. Mas, assim como você pode comer demais, você também pode pensar demais. As pessoas mais bem sucedidas que eu conheço sabem quando é hora de parar de colher informações e começar a ação. Muitas vezes, executar um bom plano hoje é melhor do que esperar por um plano melhor amanhã.

8) A PRISÃO DOS FALSOS LIMITES: Crie um problema e pergunte a solução para um escritor. Certamente ele lhe dará uma solução que passará por palavras e textos. Pergunte para um designer e a solução passará a envolver recursos visuais. Pergunte a um blogueiro e certamente a solução passará pela criação de blog. Nós todos somos um produto da nossa experiência. Mas as limitações que temos são auto-impostas. Eles são falsos limites. Esteja aberto a qualquer coisa. Saia de sua zona de conforto. Pense em como aquelas pessoas em áreas não relacionadas fazem o que fazem. O que parece impossível hoje pode parecer surpreendente factível amanhã.

Se você percebe a presença de algumas destas barreiras em si mesmo, não se preocupe. Na verdade, alegre-se! Saber o que está prendendo você é o primeiro passo para quebrar as barreiras da criatividade.

COMODO

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FELICIDADE É UM HÁBITO, CULTIVE-A

Caros leitores,

Poucas coisas são tão desejadas pelo ser humano quanto a FELICIDADE. Não tenho notícias de pessoas que gostem e que busquem deliberadamente a tristeza e a depressão.

Nesta minha estada no hospital – e hoje (11/10) completei 21 dias internado – conheci um monte de pessoas. Passei pelo pronto socorro, pela UTI algumas vezes, duas vezes pela sala de cirurgia (meio groge em ambas as vezes), em três quartos diferentes e conheci praticamente todas as equipes de enfermeiras. Conversei bastante com todo mundo e prometi para estas pessoas que destas conversas surgiria um post no Blog da Riguardare. E é por isso que escrevo.

Juntei tudo – ou quase tudo – que foi conversado, misturei com a fotografia e decidi escrever algumas “dicas” para buscar a felicidade. Ou como tornar-se um “fotógrafo mais feliz”.

Uma primeira observação é que as pessoas felizes também ficam amoadas, tristes e deprimidas. A questão é que elas não deixam que estes sentimentos lhes tome a alma. A alma, a essência, segue feliz apesar das provações – e provocações – da vida. Vamos às reflexões:

1) APRECIE A VIDA: Seja grato por acordar todas as manhãs e reaprenda a cultivar um senso de admiração infantil pela vida. Aproveite ao máximo cada dia, fazendo aquilo que você gosta e, de preferência, de acordo com os seus métodos. Não considere nada como sendo absoluto. Tudo é mutável ou, no mínimo, reinterpretável.

2) ESCOLHA SEUS AMIGOS DE MANEIRA SÁBIA: Busque cercar-se de pessoas que compartilhem dos seus valores e objetivos. Amigos que tenham a mesma ética que você irão encorajá-lo a lutar pelos seus sonhos e a se sentir bem consigo mesmo.

3) SEJA ATENCIOSO: Saiba olhar para as pessoas compreendendo o que elas têm de melhor. Respeite as pessoas por aquilo que elas são. Ofereça ajuda desinteressada e contente-se com um sorriso. Tente iluminar o dia das pessoas com as quais você entrar em contato.

4) APRENDA CONTINUAMENTE: Isso vale para aquilo que representa a sua fonte de renda e, também e principalmente, para aquilo que desperta seu interesse não profissional: dance, esquie, pule de para-quedas, nade, corra. Desenvolva novas habilidades e obrigue seu cérebro a pedir mais.

5) RESOLUÇÃO CRIATIVA DE PROBLEMAS: Sempre que encontrar um desafio, encare-o. E não deixe que as dificuldades na solução afetem seu bom-humor. Tenha os obstáculos como oportunidades para a busca por novos caminhos. Confie nos seus instintos. Quase sempre isso dá certo.

6) FAÇA O QUE VOCÊ AMA: Isso, eu ouvi da boca de uma enfermeira dentro da UTI: “Apenas o amor pela minha profissão dá sentido às noites que passo aqui”. Nós gastamos uma parte enorme da nossa vida trabalhando e isso é tempo demais para fazermos algo que não amamos. Nenhum dinheiro vale uma vida contrariada, exercendo uma profissão que não nos dê prazer.

7) APROVEITE A VIDA: Essa surgiu de um papo com o Sérgio, o incansável enfermeiro da UTI que, quando não estava ressuscitando o senhorzinho do meu lado esquerdo, parava para falar da vida comigo: Passado é passado, futuro é futuro. A hora que precisa ser desfrutada é esta que está sendo vivida. Precisamos de tempo HOJE, para cheirar flores, caminhar à beira-mar, meditar. Aproveitemos o momento atual para observar a beleza que existe no nosso entorno – mesmo que estejamos numa sala de UTI.

8) RIA: Não se leve a sério demais. O humor está em todas as partes e seu cérebro precisa se acostumar a olhar o lado mais descontraído e cômico da sua existência. Mas cuidado, pois rir demais é desespero.

9) PERDOE: Quem mais se machuca com o rancor é quem o nutre. Perdoar os outros é algo que ajuda mais a nós do que aos outros, pois é a nossa paz de espírito que está em jogo. Saiba, sobretudo, perdoar a você mesmo.

10) SEJA GRATO: Não perca tempo e diga logo para seus amigos, familiares e para todo mundo o quanto você lhes é grato pelo carinho que deles recebe. Seja grato por ter um lar, seja grato por ter um trabalho. O exercício da gratidão o torna mais próximos das pessoas que realmente importam na sua vida.

11) MANTENHA A SUA PALAVRA: Honestidade é a melhor política. Cada ação e decisão que você fizer deve ser baseada na honestidade. Seja honesto consigo mesmo e com seus entes queridos, custe o que custar.

12) MEDITE: Isso me foi ensinado pelo Dr. Elder, o cara que salvou minha vida. A meditação dá ao nosso cérebro, normalmente hiperativo, momentos de importante descanso. Quando nosso cérebro está descansado, temos mais energia e funcionamos num nível superior.

13) SEJA OTIMISTA: Tudo acontece por alguma razão – mesmo que jamais venhamos a descobrir esta razão. Cabe a nós, pelo menos, olhar para cada situação e buscar coisas positivas para elevar o nosso espírito. É a história de olhar sempre o copo como estando meio cheio. Não é tão difícil substituir pensamentos negativos por positivos.

14) SEJA PERSISTENTE: Nunca desista. Você nunca irá falhar, a menos que desista. Concentre-se naquilo que você quer e busque as habilidades necessárias para a sua conquista. Nós sempre estamos mais felizes naquele caminho que nos conduz para algo que desejamos.

15) SEJA PROATIVO: Essa eu ouvi do infectologista que diagnosticou a minha meningite: “Aceite de forma honrosa aquilo que não pode ser mudado. As pessoas felizes não desperdiçam energia com algo que esteja fora do seu controle”. Aceite as suas limitações como ser-humano. Prefira agir a reagir – agindo você constrói o seu caminho, reagindo você trabalha nos caminhos que outras pessoas começaram.

16) TENHA AUTOCUIDADO: Cuide de seu corpo, de sua mente e de sua saúde. Ouço isso umas 10 vezes por dia, de toda a equipe médica que cuida de mim. Exercite a sua mente, desafiando-a com novos problemas e novas emoções.

17) TENHA AUTOCONFIANÇA: Não tente ser alguém que você não é. Saiba identificar os seus gostos e desgostos e passe a despeitá-los. Prefira ser um original inacabado e imprefeito de si mesmo, a ser uma cópia acabada e perfeita de outra pessoa.

18) ASSUMA A RESPONSABILIDADE: As pessoas felizes sabem e entendem que são 100% responsáveis por suas vidas. Elas assumem a responsabilidade por seu humor, atitude, pensamentos, sentimentos, ações e palavras. Elas são as primeiras a admitir quando cometem um engano.

19) AME DE FORMA INCONDICIONAL: Aceite as outras pessoas da forma como elas são e pare de colocar limites ao seu amor. Não deixe amar as pessoas apenas por não conseguir controlar ou compreender as ações das pessoas queridas.

20) INVISTA EM RELACIONAMENTOS: Olhe sempre à sua volta e defina em quais relacionamentos você deve investir. Estas escolhas definirão de forma importante a quatidade de sentimento que você terá lhe dando apoio durante o resto da sua vida. Não negligencie estes relacionamentos e dê, para cada um deles, o tanto de Amor que cada um exigir, este Amor voltará sempre.

Acima de tudo: seja verdadeiro consigo mesmo.

COMODO

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BEN GURR (TIME) DA 10 DICAS PARA A FORMAR NOVOS FOTOJORNALISTAS.

Fonte: http://ht.ly/2i8sK

1: Os fotógrafos têm que estar totalmente familiarizados com seu equipamento. Você não precisa – e muitas vezes nem tem tempo – pensar sobre o lado técnico das coisas. Tire muitas fotos de forma consciente e seu pensamento em breve será dedicado à imagem de forma inconsciente.

2: Estude o tema de sua pauta com curiosidade infantil e não se esqueça do fundo.

3: Use a luz que existe naturalmente e grave a cena como você e vê.

4: Tente não influenciar ou “maquiar” seus assuntos. Deixe que eles se comportem como se você não estivesse lá. A fotografia será mais verdadeira.

5: A câmera é uma ferramenta simples: não se empolgue com gadgets.

6: Avanços na tecnologia da câmera toenam os erros mais raros, mas se você cometer um, aprenda com ele.

7: O uso de software de computador para melhorar as imagens está superestimado e vem sendo usado em demasia. Confie mais em você do que na pós-produção.

8: As legendas existem para reforçar a mensagem das fotos e devem ser 100% precisas. Sempre verifique a grafia dos nomes. E tome muito cuidado para a foto que você produziu não DEPENDER de legendas. O bom fotojornalismo é auto-explicativo.

9: Converse com as pessoas: elas estão cheias de informações e histórias úteis.

10: As fotos premiadas serão inúteis se não forem vistos pela editoria de fotografia antes do prazo. Entenda como transmitir suas imagens em todas as situações.

E só por garantia: verifique se as suas baterias estão carregadas, mantenha algumas moedas na mão para parquímetros, tenha sempre bastante combustível em seu carro e esteja pronto para qualquer coisa!

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OS MOTIVOS MAIS FURADOS PARA FOTOGRAFAR “DE GRÁTIS”

Caros leitores,

Esta pausa hospitalar está sendo um bocado interessante. Estou tendo tempo para rever antigas anotações, pensar sobre elas, escrever artigos, material de aula, novas palestras, rever amigos e trocar idéias sobre coisas que há algum tempo me provocavam.

Inaugurando uma nova era deste Blog, mais ácida e cultural, vou escrever sobre as desculpas mais esfarrapadas que já ouvi da boca de fotógrafos que se julgam profissionais e insistem em fotografar de graça. Lá vai a minha resposta:

1) O FOTÓGRAFO DIZ: “Todos os trabalhos de fotografia que eu faço são por indicação “boca-a-boca” de um cliente para o qual fotogafei de graça. E EU DIGO: Parabéns, você acaba de se tornar conhecido como o “profissional” que não espera ser remunerado de forma honesta pelo seu trabalho. Sempre que alguém precisar de um fótógrafo baratinho ou trouxa, vai ter alguém por perto para lhe indicar dizendo: “Eu conheço um cara que faz de graça”. Com um pouco de sorte estes clientes vão ao menos pagar o almoço durante o job!

2)O FOTÓGRAFO DIZ: “Sou apenas um jovem fotógrafo amador que está terminando a faculdade, não tenho despesas pois moro com meu pais, mas quero montar um portifólio do qual eu possa me orgulhar e que vai me ajudar a virar profissional. O dinheiro é algo com o que me preocuparei mais tarde”.E EU DIGO: Mais um filhinho de papai abastado (ou abestado, Tiririca) que não precisa de dinheiro, achando que os seus atos no presente não refletirão no seu futuro. Suponho que você, um dia, terá coisas como aluguel, alimentos, transporte, equipamentos, e outras coisas para se preocupar – ou você pretende viver à sombra dos seus pais para sempre e se gabar de poder fotografar profissionalmente e de graça? Saiba que o mercado não aceita desaforo, já dizia o Ministro da Economia.

3) O FOTÓGRAFO DIZ: “Hoje é diferente e só de faço fotos de graça porque a fotografia é digital. Há 10 anos existia o custo de processamento do filme, que nos obrigava a cobrar pelo menos o custo com material. Hoje, a fotografia pode ser de graça, afinal os pixels são de graça e o com o meu tempo livre eu faço o que bem entendo”. E EU DIGO: Pixels não são “de graça”. Uma câmera tem vida útil limitada a algumas centenas de milhares de cliques. Armazenamento de fotos tem um custo, softwares originais têm um custo, horas de pós produção têm um custo (tempo é dinheiro, lembra?), a mídia para gravar as fotos e entregar para os clientes têm custo.

4) O FOTÓGRAFO DIZ: “Depois que parei de me preocupar com cobrar pelas fotos que faço, passei a receber pedidos fotos por todos os lados. Não estou preocupado com dinheiro, quero que as minhas fotos beneficiem o mundo”. E EU DIGO: É óbvio que você passou a receber pedidos de fotos por todos os lados. Funciona mais ou menos como a dançarina (puta, em outras palavras) que sobe no balcão do bar com mini-saia, sem calcinha, olha para os clientes e diz “se você viu algo de que gostou, daqui a pouco estarei lá atrás entregando o que você pedir e de graça. Você se surpreenderia se a maior fila do mundo se formasse? Então, você quer “ajudar outras pessoas.” Que tal ajudar aqueles que ganham a vida produzindo fotografias, deixando de subcota-los? Essa é a melhor maneira de garantir que grandes fotografias continuem beneficiando o mundo.

5) O FOTÓGRAFO DIZ: “Eu apenas fotografo de graça para atores e modelos iniciantes, para treinar minhas técnicas de iluminação e para ajudar estas pessoas a ingrasserem no mercado de trabalho. E EU DIGO: Enquanto você pode pensa que está evoluindo com suas técnicas de iluminação, isso em nada ajuda no crescimento daquilo é mais importante – a confiança de saber que seu trabalho tem valor.

6) O FOTÓGRAFO DIZ:”Eu me ofereci para fazer um trabalho fotográfico para uma importante editora e agora minhas fotos estão publicadas numa importante revista, com o meu nome no cédito, aumentando a visibilidade do meu talento”. E EU DIGO: Está na hora de lapidar este ego. Antes de mais nada, citando o amigo Cláudio Fett, “Crédito não é moeda, é um direito! Respeite o fotógrafo”. Depois o máximo que você gonsegue é matar a oportunidade de trabalho editorial para outros fotógrafos com egos mais controlados. E saiba que a editora pode, sim pagar – embora pague piuco por este tipo de trabalho. E as editoras adoram um idiota disposto a fazer só pelo nome crédito. Ah! Já ia esquecendo… Sabe que lê crédito? Outros fotógrafos, que são as únicas pessoas que ainda se interessam por quem faz boas fotos.

PRONTO…
FALEI!

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A EVOLUÇÃO DAS CÂMERAS FOTOGRÁFICAS

Se a fotografia ganhou muitos usuários com a popularização das câmeras digitais, acredito que uma boa parte do romantismo ficou perdido…
Para resgatar um pouco desta memória, convido-os a assistir este vídeo.

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OS AMBIENTES DA RIGUARDARE EM FOTO 360 GRAUS COM A GRIFE AYRTON360

Para ver no iPAD com som ou no iPHONE e iPodTouch click aqui neste hotlink

Click aqui em cima desta imagem panoramica para visualizar a Scuola Riguardare, em foto 360 graus do AYRTON especialista e pioneiro no Brasil da tecnica de fotografia panoramica imersiva

Click na foto acima e veja a Scuola Riguardare

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Saída fotográfica para Mercado Municipal pela lente de AYRTON360

Click aqui em cima desta imagem panoramica para visualizar a confraternização dos alunos da aula prática da Scuola Riguardare, em foto 360 graus do AYRTON especialista e pioneiro no Brasil da tecnica de fotografia panoramica imersiva

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O LIVRO COM TUDO O QUE ACONTECEU NA EQUIPOTEL 2009

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SEJA UM IDIOTA

SEJA UM IDIOTA
- Arnaldo Jabor

A idiotice é vital para a felicidade.
Gente chata essa que quer ser séria profunda e visceral sempre.
Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.
Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
hahahahahahahahaha!…
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas.
E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer?
Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir…
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios”.
“Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche”.

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METADE – Oswaldo Montenegro

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UM POUCO DE RICHARD AVEDON…

Filho do fotógrafo russo Jacob Israel Avedon, estudou filosofia na universidade de Columbia, em Nova Iorque, e tornou-se em 1941 Co-editor da revista The Magpie. Cumpriu o serviço militar entre 1942 e 44, após o que, foi estudar com Alexey Brodovitch no laboratório de design da New School for Social Research, em Nova Iorque.

Em 1945 tornou-se fotógrafo da Harper’s Bazaar, e até ao fim da década fotografou também para a Theatre Arts e para a revista Vogue.

Em 1957 trabalhou na fotografia e foi consultor visual do filme “Funny Face” de Stanley Donen, nomeado para 4 Oscar’s da Academia de Hollwood, e com Audrey Hepburn e Fred Astaire nos principais. Esta colaboração não foi casual, pois o filme é baseado na carreira de Avedon e a personagem de Fred Astaire e inspirada directamente no fotógrafo nova-iorquino.

Apesar de já merecer um filme, a sua carreira não se encontrava nem a metade, e assim, após ser reconhecido pela Popular Photography em 1958 como um dos 10 melhores fotógrafos do mundo, Richard Avedon publicou a meias com o famoso escritor Truman Capote o livro “Observations”, e mais tarde “Nothing Personal”, com texto de James Baldwin.

O seu trabalho esteve exposto no instituto Smithsonian em Washington no ínicio da década de 1960, e após fotografar o movimento sulista dos direitos civis em 1963, tornou-se fotógrafo da revista Vogue, à qual se manteve fiel durante mais 34 anos.

Depois de fotografar o movimento anti-guerra na América do final dos anos ’60, Avedon regressa às exposições quase uma década depois, desta feita no Minneapolis Institute of Arts, no estado do Minnesota, e 4 anos depois, em 1974 organiza no Museum Of Modern Art (MoMA) em Nova Iorque uma exposião com fotos do seu pai, intitulada naturalmente, “Jacob Israel Avedon”.

Durante a década de 1970, fotográfa no Vietnam, e após regressar é alvo de mais uma série de exposições e de convites para ilustrar livros com as suas imagens, bem como duas publicações nos Estados Unidos com retrospectives do seu trabalho.

Em 1982 passa a fazer parte da “Hall of Fame” do Art Director’s Club em Nova Iorque, e em 1985 publica mais um livro, desta feita intitulado “In The American West”. Ainda no mesmo ano, começa a trabalhar em colaboração com a revista francesa Egoïst, e recebe uma série de prémios por realizar um anúncio para televisão, entre eles o prémio de excelência atribuido pela empresa do inventor do rolo fléxivel e responsável pela massificação da fotografia, a Eastman Kodak.

Em 1989 recebeu um Certificado de Reconhecimento atrbuido pela Universidade de Harvard, e durante a decada de ’90, continuou a trabalhar, e a expor em diversos sítios recebendo inúmeros prémios de carreira e de mérito. Em ’93 publicou uma autobiografia, e no ano seguinte o livro “Evidence”, vencedor do prémio de melhor livro de fotografia do ano, atribuído pela Biblioteque Nationale. Neste mesmo ano, recebe também um Doutoramento Honorário da Parsons School of Design em Nova Iorque.

No final da década publica o livro “Avedon: The Sixties”, que conta com os melhores retratos feitos na década de ’60, uma verdadeira viagem visual ao interior de quase todas as personagens que marcaram aquela que culturalmente, foi um das décadas mais ricas do século.

No novo milênio, Avedon continua a receber prémios em todo o mundo com uma regularidade impressionante. Publica em 2001 o livro “Richard Avedon: Made in France” e continua a ser alvo de inúmeras exposições baseadas no seu trabalho recente e nos seus trabalhos mais antigos.

No ano antes de morrer, em 2003, Richard Avedon representa o papel de Mr.Apology na peça de Alec Wilkinson “Mr. Apology”, de novo na cidade onde nasceu, em Nova Iorque. Recebe o prémio do 150º aniversário da Royal Photographic Society e mais dois prémios de carreira até falecer, a 1 de Outubro de 2004, em San Antonio no Texas, longe da sua terra natal, mas irónicamente enquanto trabalhava para a revista “The New Yorker”.

No ano seguinte a The Richard Avedon Foundation é criada para garantir que a visão do fotógrafo é salvaguardada. Durante a sua longa carreira fotografou nomes tao distantes no tempo e no espaço social que ocupam, como Marilyn Monroe, Tennessee Williams, Bob Dylan, Henry Kissinger, Michael Moore, Paul Simon & Art Garfunkel, as 3 gerações de Martin Luther King, Andy Warhol e os elementos do seu atelier, a “Factory”, Hilary Clinton, o lendário realizador John Ford, Malcolm X, Truman Capote, John Kerry e a portuguesa Teresa Simões-Ferreira Heinz-Kerry, Janis Joplin, o líder dos Mothers Of Invention Frank Zappa, Abbie Hoffman, o presidente das Nações Unidas Kofi Annan, Carmen Mayrink Veiga, John Galliano, Mae West, Samuel Beckett, o compositor Igor Stravinsky, Charlize Theron, o espanhol Pablo Picasso, o presidente dos Estados Unidos Dwight Eisenhower, Naomi Campbell, Charles Chaplin, Ringo Starr, George Harrison, Paul McCartney eJohn Lennon.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Avedon

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VOCÊ SE ACHA UM BOM OBSERVADOR???

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BASTIDORES DO CURSO DE BOOK NA RIGUARDARE – COM MAURÍCIO PO

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ATÉ ONDE VOCÊ IRIA POR UMA PAIXÃO?

BIRTHRIGHT from Sean Mullens on Vimeo.

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