FOTOJORNALISMO, A ÉTICA E A CAÇA

Durante os estudos de fim-de-semana, deparei-me com este material – um pouco antigo, mas muito bom – do site www.http://tvbrasil.ebc.com.br/ e por isso compartilho com vocês.

No terceiro episódio do Caçadores da Alma, o diretor Silvio Tendler mira sua lente para o fotojornalismo, modalidade na qual uma legião de fotógrafos se notabilizou pela cobertura da informação para veículos de comunicação nacional e estrangeira.

“Esse pecado original da fotografia está relacionado com o fato de ela ter nascido para o registro do real. Só que o homem realiza nesse sentido, mas também de uma forma transformadora, porque a fotografia é um fragmento a partir de sua escolha. E esta escolha é precedida pelo seu universo, cheio de preocupações, sensibilidades, vivências, referências e influências”, afirma o mestre Luis Humberto, primeiro professor titular de fotografia numa universidade brasileira, com passagem pelas revistas Veja, Isto É, Jornal do Brasil e diversas publicações da Editora Abril, entre outros veículos.

Presente desde os primórdios da história da fotografia, o fotojornalismo é retratado, neste episódio, a partir da depoimentos que dão conta da sua importância, da função do repórter fotográfico, da possibilidade de interferência numa cena antes dela ser clicada e dos limites éticos no registro de imagens de violência e dos famosos paparazzi.

Estão neste episódio os seguintes fotógrafos: Daniel Kfouri, Luis Humberto, Alberto Jacob, Custódio Coimbra, Iatâ Cannabrava, Wilson Pedrosa, Marcio RM, Antônio Scorza, Januário Garcia, Orlando Brito, André Dusek, Walter Firmo, Alcy Cavalcanti e Bob Wolfenson.

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